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Berlin

Berlin

Quando as pessoas me perguntam qual cidade eu gostei mais, eu sempre respondo “Tirando Berlin?”. Sim, a cidade é incrível. Histórica, moderna, humana, grande, bonita. É tudo. Não é atoa que se escuta Francês, Italiano, Espanhol e Português pelas ruas. É gente de tudo que é lugar querendo conhecer um dos lugares mais históricos do mundo.

Tudo começa na minha viagem numa manhã, quando desço do trem na Hauptbahnof, que já é totalmente diferente das que eu tinha presenciado. Parecendo mais um shopping que uma estação de trens, tem “só” 4 andares de trens, fora os de escritórios.

Esquina do Wombat's

Fiquei no Albergue “Wombat’s”, que mais tarde ouvi dizer que seria o melhor albergue “custo-benefício” da cidade. E é verdade, nada a reclamar do albergue. Ótimo atendimento, boa localização e bons quartos. Sem contar o Bar no terraço que passou o jogo do Bayern contra o Man Untd.

A cidade é incrível. Passei quase uma semana lá e não consegui ver tudo. Talvez porque no meio da semana eu já estava em “ritmo de férias”, acordando entre 10 e 12h da manhã e só passeando. Tive oportunidade de ver duas “atrações” da região metropolitana também, Potsdam, que é a “cidade dos reis” e o campo de concentração de Sachenhausen. Dois Passeios que valem a pena.

Potsdam é linda, e o parque com os palácios é incrível. Vale a pena ir na primavera e pegar os jardins floridos.

Potsdam

Palácio Sanssouci, o símbolo da cidade

Já o campo de concentração é muito interessante. Foi um dos poucos lugares que valeu a pena visitar sozinho e a falta de guia não prejudica em nada. O lugar passa uma sensação engraçada: Enquanto tu sabes o que aconteceu nele, e as construções provam isso, tu vês um grande “parque” gramado, com passarinhos e pessoas caminhando ao redor tranquilamente.

As torres de Sachsenhausen

Na cidade, vale a pena fazer o Free-Tour, além de passar por lugares interessantes ele da boas dicas. Eu fiz em um dos primeiros dias e depois segui por mim mesmo. Visitei o Reichstag, a Gedächtniskirche (Igreja quebrada), o museu nacional, o museu da DDR, o pergamoun museu e outros parques.

Neue Wache: Pelas vítimas da guerra e opressão

É fácil se perder em Berlin. Logo que eu cheguei saí e fui dar uma volta apé, como sempre fazia no primeiro dia. Caminhei em direção Unter den linden (Rua mais famosa da cidade) e quando eu pensei que tinha chegado nela, era a rua do lado. É incrível, são muitas construções históricas e bonitas. Uma cidade indescritível. Para terminar meu 1º passeio, fui até o Brandenburger Tor e voltei cansadíssimo.

Começo do Free-Tour na frente do Brandenburger Tor

O que fazer em Berlin

Como eu disse, o Free-Tour, além de Potsdam e Sachenhausen, é recomendadíssimo. Ele passa em inúmeros lugares e da ótimas dicas, mas vou listar alguns lugares aqui que eu fui.

Pub-Crawl

Vai chegar no final de semana? No meio da semana? Não interessa, o Pub-Crawl de Berlin é imperdível. Eu fiz no Sábado e foi sem precedentes. Vale muito a pena fazer. Fui com dois caras do meu quarto, um panamenho e um carioca, dois caras sensacionais!

Checkpoint Charlie

O Free-Tour passa por ele, mas vale a pena ir com mais calma. É um ponto muito turístico de Berlin, com muita gente e muita bugiganga pra comprar.

Flohmarkt

Flohmarkt é um “mercado de Pulgas” em alemão. Em Berlin, existe um, muito interessante. Como estava meio mal de grana, não comprei nada, mas tem muita coisa legal.

Fersehturn

A torre da Alexanderplatz é muito bonita. Vale a pena dar uma passada. Infelizmente eu não subi nela, mas sei que é possível e que tem um restaurante no topo.

Stiftung Denkmal für die ermordeten Juden EuropasEndereço:

Nome complexo e feio, mas é o memorial aos Judeus que fica quase ao lado do portão de Bradenburgo. Muito interessante e o Free-Tour também passar por lá, mas não passa em baixo do memorial, que existe um museu. Eu não fui, porque só me lembrei disso no final da minha estadia.

Mais fotos de Berlin aqui.

Espero que tenham gostado

abraços

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Frankfurt: minha primeira impressão da Europa

Logo quando aterrissei na cidade, fui trombando com Brasileiros até a estação de trem. Chegando lá, cada um pro seu lado e só fui encontrar Brasileiros de novo lá no meio da minha viagem.

Peguei o trem rumo à estação de trens principal. Chegando lá, o primeiro baque: Uma gigantesca construção, muitos trens e tudo muito organizado. No meu sonho de “Porto Alegre” perfeita, teria a estação de trens de Frankfurt, mesmo sabendo que a capital Gaúcha é 2x mais populosa que a capital comercial Alemã.

O transporte público que foi perfeito em toda a minha viagem. Tanto na Alemanha, quanto no Reino Unido. Mas isso vocês vão vendo nos posts a seguir.

Cheguei e me impressionei com o dia lindo que fazia em Frankfurt (Infelizmente ainda não havia comprado minha câmera). Era domingo e todos estavam nas ruas caminhando com seus cachorros, correndo ou andando de bicicleta. Nem cogitei a possibilidade de fazer o trajeto até meu albergue de ônibus ou metro. Fui a pé mesmo, com 9 kg nas costas, observando tudo e todos. Afinal eram só 2,4 km e eu estava cansado de ficar parado.

Quando vi o rio Meno, nem acreditei. Lindo rio, pontes, árvores. Tudo realmente muito bonito. Já me empolguei com a cidade e imaginei como seria a estádia lá. Também conseguia ver os prédios do centro comercial, mas caminhava na direção totalmente oposta, me distanciando deles.

Meu albergue, “Haus der Jugend Frankfurt e.V.“, conhecido por nós como Albergue da Juventude, era muito bom. Acomodações ótimas (a não ser pelo banheiro fora do quarto) e ainda Conheci muita gente interessante.

Albergue da Juventude, Frankfurt

Albergue da Juventude, Frankfurt

Frankfurt é um centro para tudo e todos os “tipos” de pessoas usam o albergue. No mesmo quarto conheci dois Alemães que estavam expondo em uma feira e um Argentino que veio só para vê-la. Também conheci uma galera de um grupo de “malabares”, que praticava toda terça em um salão no albergue mesmo. Incrível.

Frente do albergue na noite

Frente do albergue na noite

A impressão inicial do povo foi ótima! Não imaginei que seria tão boa. Claro que me assustei com algumas coisas, como a quantidade de Turcos e a quantidade em geral de estrangeiros em Frankfurt.

Com o mapa da cidade na mão (comprado por 0,5 cents na hauptbahnhof), descobri a rua dos museus, o centro antigo e o centro comercial. Fiquei imaginando o que iria fazer naquela cidade amanhã, já que quando me estabeleci no albergue já eram perto das 20h. Dei uma caminhada pelas redondezas, comi qualquer coisa na rua, liguei para casa e voltei pro “albergue”, para dormir feito uma criança.

Em outro post vou postar coisas que fiz e não fiz em Frankfurt.

Abraços!

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Eurail

Este tópico foi feito com base no meu entendimento e com informações deste tópico do Mochileiros.com. (Acho imprescindível a leitura dele se necessitares de mais informações.)

Semana passada eu recebi, incrivelmente no mesmo dia, minha “Carteirinha de Alberguista Internacional” e meu Eurail. Por hoje eu vou escrever sobre o EuRail, amanhã falo dos albergues.

O EuRail veio cheio de coisas (me cobraram 7 Euros pela encomenda, demorou uns 9 dias). Além do passe veio junto o mapa ferroviário, um manual e uma tabela de horários dos principais trens Europeus.

O que é o Eurail

Um passe de trem que é só para estrangeiros e só pode ser comprado no país de origem, sendo impossível comprá-lo na Europa. Ele funciona por um certo período de tempo em um certo local (Para ver o passe que fecha melhor com o seu destino, acesse: http://www.eurail.com).

Por exemplo, o meu passe:

Período: 8 dias dentre dois meses.
Local: Alemanha e Dinamarca.

Oito dias dentro de dois meses? Como assim?
Calma, é o seguinte: Na primeira viagem de trem o passe deve ser validado. Ou o agente de viagens ou o cara do guichê de bilhetes deve preencher a primeira e última data do passe. Exemplo: se eu andar de trem pela primeira vez dia 14/04, o cara do guichê vai preencher as duas datas, First Day: 14/04 e Last Day: 09/06.

Não é necessário preencher todo o calendário de viagem de uma vez só, Basta registrar cada dia de viagem apenas quando usar o passe. Também, Não pode errar a data e querer arrumar, vai ser considerado fraude. Tem que ser certinho ou perde um dia de viagem.

Não existe regra nenhuma?
É, não é só pular no trem e sair andando. Dependendo do trem é necessário fazer reserva.

Existem 3 tipos de trem:
• Trens sem reservas: trens locais e regionais geralmente não exigem reservas;
• Trens com reservas opcionais: você pode fazer uma reserva se deseja garantir um assento, mas não é necessário;
• Trens com reserva obrigatória: Reservas são exigidas para muitos trens de alta velocidade como o Thalys e para os trens noturnos;

Quando você compra um passe de trem, você fica dispensando de comprar a passagem (ticket), porem em certos trens europeus, como os de alta velocidade, internacionais ou noturnos, é obrigatório fazer reserva. Para saber os trens em que é necessário fazer as reservas consulte a tabela de horários da Eurail. Eles sempre vêm indicados com um símbolo “R” na frente do horário do trem.

O número de assentos disponíveis para usuários dos passes de trem pode ser limitado, por isso a reserva deve ser feita com antecedência, principalmente na alta estação, feriados e horários de rush. As reservas podem ser feitas até 90 dias antes da viagem. É aconselhado fazer as reservas ainda no Brasil, porem também é possível fazer as reservas nas estações de trem. Caso queira fazer as reservas na Europa, faça no dia que chegar à cidade para evitar que não consiga a reserva para o dia e horário desejado.

A Economia:

O meu passe é “Youth”, que é destinado a jovens até 26 anos. Só é possível andar de 2ª classe com ele. Paguei exatos 227 Euros por 8 dias de viagens, que da uma média de 28 Euros por viagem. Para se ter uma idéia, uma viagem de Frankfurt até Hannover da entre 40 e 80 Euros e eu vou fazer no mínimo 6 viagens parecidas com essa.

Abraços

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Hannover

Agora com o meu roteiro fechado e os albergues reservados, vamos ter algum movimento por aqui.

Hoje vou falar da cidade que é tema do cabeçalho atual e que entrou “meio que sem-querer” no meu roteiro.

Decidido a passar 4 dias em Dortmund, descobri que a cidade não era tão grande assim, para me entreter todo esse tempo. Olhando a região, em volta eu teria várias possibilidades, como ir a Gelsenkirchen conhecer a Veltins-Arena (Schalke04) ou o Ruhrstadion (VfL Bochum) em Bochum. Mas todos esses estádios eram longe do centro e eu não queria ficar dependendo de Ônibus ou Trem pra fazer tudo. Até que achei a AWD-Arena, estádio do Hannover 96.

Vista da AWD-Arena em Hannover

Para um apaixonado por futebol já seria o suficiente, mas Hannover ainda tem outros atrativos. Com seus pouco mais de 500 mil habitantes, a cidade talvez não prometa ser uma das estadias mais agitadas, mas no mínimo, uma das mais bonitas.

Hannover é a sede da CeBit, a maior exposição comercial do mundo em serviços de telecomunicações digitais e TI, que em 2010 (Infelizmente) vai ocorrer nos primeiros dias de Março, e eu ainda estarei aqui em Novo Hamburgo/RS.

A cidade também é conhecida pela arquitetura. Não conta com grandes arranha-céus, Como a maioria das cidades alemãs, mas tem algumas edificações muito interessantes, como o LandesBank e a “Prefeitura Nova”.

Prefeitura de Hannover

Gehry Tower Hannover

Fiz reservas no Jugendherberge Hannover International, que é muito perto da AWD-Arena e da Estação de Trens. Descobri que também é perto do parque da OktoberFest de Hannover, mas claro que só começa no fim de Setembro. Enquanto eu estiver lá tem a frühlingsfest hannover (Festa de Primavera).

Ficarei em Hannover 1 dia completo, mais o dia da minha chegada, que provavelmente vai ser quase completo. Na hora de ir, provavelmente saia bem cedo, já que preciso estar fixado em Dortmund até a parte da tarde para ver o Jogo do Borussia x Hoffenheim no dia 16!

Abraços

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Um pouco de Berlin

Ta chegando perto e eu começo a ir a fundo no meu roteiro. Hoje deixo por aqui alguns lugares de Berlin que eu quero visitar. Berlin, óbvio, é a cidade que mais me excita no meu roteiro, mas Hamburgo deve ser fantástica também!

Berlin

Com 3,4 milhões de habitantes, Berlin é a capital e Estado (Cidade-Estado) da Alemanha, além de ser a 12ª maior cidade da união Européia e a 5ª mais populosa.

Pontos Turísticos:

Fernsehturm (Torre de TV)

Construída pela Republica Democrática Alemã (DDR, em Alemão), entre 1965 e 1969, atualmente ela fica no centro de Berlin. Com seus 365 metros, da uma ótima vista de toda cidade.

Fernsehturm

Rotes Rathaus (Prefeitura vermelha)

Construída entre 1861 e 1869, desde 1870 é a prefeitura de Berlin. Foi um dos mais importantes símbolos da DDR. Após a queda do muro, voltou a ser a única prefeitura.

Rotes Rathaus
Brandenburger Tor (Portão de Brandenburgo)
Construído entre 1791 e 1793, hoje é o principal símbolo da Alemanha, aparecendo no Euro inclusive. O portão tem uma história engraçada:

Durante o período da separação da cidade, ele ficava em um ponto neutro, mas os soviéticos, não satisfeitos, mudaram de lado a “Quadriga” (Obra que fica sobre o portão), porque eles não queriam que ela ficasse de costas pro lado deles.

Brandenburger TorBrandenburger Tor

Berlin ainda tem muitos outros pontos turísticos, não tem como citar todos aqui, mas esses são (na minha opinião) os mais bonitos da cidade.

Pontos ainda que eu já tenho em mente, Unter den Linden e o seu jardim, Checkpoint Charlie, Estádio Olímpico, Berliner Dom (catedral), Zeughaus (antiga casa de armas, agora museu), Bode-Museum e etc.

Berlin

Espero que tenham gostado, abraços!

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Passaporte

Hoje fui até Porto Alegre fazer meu passaporte. Fui hoje porque já estava vencendo os 90 dias de prazo que eles dão depois de fazer o pagamento da taxa de R$ 156,00. Agora tenho mais 80 dias para ir buscar, mas acho que segunda-feira já vou pega-lo. São seis dias para ficar pronto.

É simples de fazer, só tem que acessar o site da Polícia Federal e ir em “Serviços à Comunidade“ e depois “Passaporte”. Os documentos básicos são, Carteira de Identidade (nova), ”Documento que comprove quitação com o serviço militar obrigatório” (só para homens) e o Título de eleitor com comprovante que votou na última eleição (o canhoto que tu recebe depois de votar).

Ando treinando meu alemão e pesquisando as cidades da viagem. Mais além teremos um post sobre Albergues!

Grande abraço a todos!

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Arquivado em Alemanha, Pré-viagem

A Primeira mochila agente nunca esquece

Mochila-mala Kailash Peak 58+23

Comprar essa mochila foi tão tenso quanto comprar a passagem. Eu li muita coisa. Mas muita coisa mesmo. E pesquisei, olhei valor, mandei email e freqüentei fóruns… Nossa, bastante coisa. Ainda depois de acertar a compra, por mais incrível que pareça com uma loja aqui da minha cidade, fiquei super tenso até ter a mochila em mãos.

Ela chegou dia 12 de Novembro ao preço de R$ 439 reais.  Comprei direto da “Átria Esportes de Aventura”. Achei-a como revendedora oficial pelo site da Kailash.

Como ela chegou

Porque ela: Depois de muito ler o fórum do Mochileiros.com e muito pesquisar o Custo x Benefício de uma mochila, cheguei à conclusão que, eu não precisava de uma “Deuter de R$ 700 reais pra cima”, e sim de uma mochila grande e confortável (mochila-mala), já que não vou subir paredes nem levar barraca comigo.

Ela tem Altura de 65 a 70 cm e largura de 38 a 40 cm, com capacidade de 58 litros mais uma mochila de ataque com 23 Litros. Fechos, lugares e velcros não faltam. São, dois compartimentos na mochila de ataque, um grande compartimento na mochila grande (com um divisor) e ainda outros pequenos fechos.

A mochila grande tem um grande compartimento com abertura por baixo e por cima e um “divisor” na parte mais baixa da mochila, ainda duas pequenas “pochetes” na barrigueira. Alças pra levar por cima ou pelo lado (como mala). Tem uma alça que da pra tirar, daquelas de pendurar como se fosse mala de lado.

A mochila de ataque tem dois compartimentos, como já dito, e no menor, ele tem espaços reservados pra documentos e etc. Bem interessante. As duas são presas uma a outra por ganchos de plástico.

Também, a mochila tem uma capa (e um bolso especial pra guarda – lá), um fecho para esconder as alças da mochila e regulador de altura nas alças.

Ajuste de Altura

Sinceramente, nenhuma mochila que eu tive chegou aos pés dela, então, eu ainda estou encantado. Espero que ela não me deixe na mão lá na Alemanha e nem nos outros mochilões que eu pretendo fazer com ela.

Pra quem vem pesquisando sobre que mochila comprar, vai o resumo do que todos os fóruns dizem sobre mochilas: Vale a pena gastar mais, tente provar a mochila antes de comprar, não fuja muito das marcas tradicionais.

Eu pesquisei muito sobre a Kailash e não achei muito boas referências, mas mesmo assim, como tinha me apaixonado pela mochila, mandei ver.

Pra quem quiser ver todas as fotos da minha nova amiga, picasa.

Abraços

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Atulização:

Antes de partir

Antes de partir, 9kg

Bom, fui voltei e tudo certo. A mochila se comportou muito bem. Enfrentou várias viagens de trem, 6 viagens de avião e etc.

Na ida, com um pouco de espaço sobrando ainda, 9 kilos e meio. Na volta, completamente cheia e procurando espaços pra colocar mais coisas, 13 kilos e meio.

Única coisa que eu não gostei foi da mochila pequena. Ela podia ser um pouco maior. Quase não coloquei nada nela. Eu usei a pequena todos os dias, colocava minha câmera (que é um pouco grandinha), um litrão de água, um dicionário e só coisas pequenas daí.

Na próxima viagem vou com a grande e outra “normal” no lugar da pequena.

Pro pessoal que ainda não “encheu ela”, coloquei na volta: 4 mantas, 3 calças jeans, 2 moletons, 2 casacos finos, umas 9 camisetas, 1 bermuda, vários presentes, minha câmera (uma nikon D5000) e coisas menores.

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