Frankfurt: minha primeira impressão da Europa

Logo quando aterrissei na cidade, fui trombando com Brasileiros até a estação de trem. Chegando lá, cada um pro seu lado e só fui encontrar Brasileiros de novo lá no meio da minha viagem.

Peguei o trem rumo à estação de trens principal. Chegando lá, o primeiro baque: Uma gigantesca construção, muitos trens e tudo muito organizado. No meu sonho de “Porto Alegre” perfeita, teria a estação de trens de Frankfurt, mesmo sabendo que a capital Gaúcha é 2x mais populosa que a capital comercial Alemã.

O transporte público que foi perfeito em toda a minha viagem. Tanto na Alemanha, quanto no Reino Unido. Mas isso vocês vão vendo nos posts a seguir.

Cheguei e me impressionei com o dia lindo que fazia em Frankfurt (Infelizmente ainda não havia comprado minha câmera). Era domingo e todos estavam nas ruas caminhando com seus cachorros, correndo ou andando de bicicleta. Nem cogitei a possibilidade de fazer o trajeto até meu albergue de ônibus ou metro. Fui a pé mesmo, com 9 kg nas costas, observando tudo e todos. Afinal eram só 2,4 km e eu estava cansado de ficar parado.

Quando vi o rio Meno, nem acreditei. Lindo rio, pontes, árvores. Tudo realmente muito bonito. Já me empolguei com a cidade e imaginei como seria a estádia lá. Também conseguia ver os prédios do centro comercial, mas caminhava na direção totalmente oposta, me distanciando deles.

Meu albergue, “Haus der Jugend Frankfurt e.V.“, conhecido por nós como Albergue da Juventude, era muito bom. Acomodações ótimas (a não ser pelo banheiro fora do quarto) e ainda Conheci muita gente interessante.

Albergue da Juventude, Frankfurt

Albergue da Juventude, Frankfurt

Frankfurt é um centro para tudo e todos os “tipos” de pessoas usam o albergue. No mesmo quarto conheci dois Alemães que estavam expondo em uma feira e um Argentino que veio só para vê-la. Também conheci uma galera de um grupo de “malabares”, que praticava toda terça em um salão no albergue mesmo. Incrível.

Frente do albergue na noite

Frente do albergue na noite

A impressão inicial do povo foi ótima! Não imaginei que seria tão boa. Claro que me assustei com algumas coisas, como a quantidade de Turcos e a quantidade em geral de estrangeiros em Frankfurt.

Com o mapa da cidade na mão (comprado por 0,5 cents na hauptbahnhof), descobri a rua dos museus, o centro antigo e o centro comercial. Fiquei imaginando o que iria fazer naquela cidade amanhã, já que quando me estabeleci no albergue já eram perto das 20h. Dei uma caminhada pelas redondezas, comi qualquer coisa na rua, liguei para casa e voltei pro “albergue”, para dormir feito uma criança.

Em outro post vou postar coisas que fiz e não fiz em Frankfurt.

Abraços!

3 Comentários

Arquivado em Alemanha, Cidades, Relato

3 Respostas para “Frankfurt: minha primeira impressão da Europa

  1. Avatar de Rafaela Samico Rafaela Samico

    Oi, Eduardo.

    vc não chegou a fazer o post sobre o que fez e não fez em Frankfurt? Estou planejando minha viagem e gostaria de saber como foi a sua. O que visitou, o que vale a pena ver… essas coisas!

    obrigada!

    Rafaela.

  2. Avatar de Paulo Roberto da Silva Alves Paulo Roberto da Silva Alves

    Viajar par ficar em albergue! Ô pobreza!!! Brasileiro parece tudo uma cambada de pé rapado!! Todos os posts q vejo a nível de viagem, é de gente que vai para albergue!!! Nunca, nunquinha na minha vida fiquei em albergue algum!! Nem com 25 anos!! Já fui a Nova Iorque – quatro vezes, Las Vegas, Chicago, Boston, São Francisco, Seattle, Toronto, Montreal, Vancouver, Madri, Moscou, Berlim, Amsterdam, Istambul – duas vezes, Lisboa, e sempre fiquei em hotéis de prima!!! E sou um simples funcionário publico da justiça, e até no meu tempo de vacas magras – eu, um simples bancário – fui a Nova Iorque em 1994, tinha juntado uns bons 25 mil reais na época, o real parelho com o dólar – eu com 25 anos de idade, só andava de táxi por Nova Iorque inteira e me hospedei no New York Marquis Marriott do Times Square!! Por uma semana! Este povo – nem sequer pegar um táxi para o hotel!! Viajar nesta ¨dura¨, melhor ficar em casa!!! Se trabalha ¨meu¨ para ter conforto – Albergue!!! Só coisa de pé de chinelo! É muita vontade de conhecer Europa ou o que seja!!

  3. Avatar de Paulo Roberto da Silva Alves Paulo Roberto da Silva Alves

    Desculpem o comentário um tanto ácido aí em cima. Mas realmente só vejo ¨posts ¨de gente falando em albergue. Esta gente não trabalha- não consegue juntar alguma grana. Vejo cara já velho – com trinta e tantos anos e albergue. Saem de uma estação de trem e nem grana para pegar um táxi!!!! Eu já fui a mais de dez grandes cidades do mundo – e nunca viajei como algum milionário – mas não se ter grana sequer para pagar um hotel descente. Uma vez vi uma reportagem de duas gurias gaúchas- sou de porto alegre também, onde vou sempre – mas moro no Rio há séculos. Pois bem, as gurias iam em um PUB em Dublin e só pediam água. Não tinham grana para pagar uma cerveja!!! Bem, viajar assim, melhor ficar em casa!!! Vão curtir o quê!!!! Nova Iorque, por exemplo, com menos de 4500 dólares na mão, naquela cidade, você não faz nada, por cerca de uma semana apenas. Se você vai a Paris, Nova Iorque ou Istambul – é para comer bem, frequentar restaurantes de qualidade, ir no Bar 54 em Nova Iorque – nas alturas, fazer a travessia do Bósforo na Turquia, andar de balão na Capadócia. Gastar 1500 reais em um jantar na torre de Berlim. Sobrevoar o Grande Canyon de Helicóptero – como fiz em Las Vegas – assistir uma penca de Shows em Las Vegas, detonar nos cassinos e por aí vai!!! Estas viagens de ficar contando tostão – estou fora!!!

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